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Têm vindo a acumular-se nos tribunais as queixas contra Eduardo Vítor Rodrigues, o presidente da Câmara Municipal de Gaia. As queixas são apresentadas por autarcas, funcionários do município e até mesmo ex-colaboradores.

Os processos têm base nos crimes de difamação, injúria, ofensa à honra e assédio moral. O presidente Eduardo Vítor Rodrigues recusa-se a comentar sobre a situação.

Um dos cidadãos que apresentou não uma, mas várias queixas contra o autarca foi o vereador e advogado Cancela Moura, que diz ter sido humilhado e maltratado por Eduardo Vítor Rodrigues.

Para apoiar as suas acusações, Cancela Moura entregou ao tribunal cópias de atas de algumas reuniões da gestão executiva e da assembleia municipal.

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Numa reunião pública do executivo, o presidente da Câmara Municipal acusou o vereador de fazer “parte do seu sangue” e da sua “ruralidade” empreender uma “perseguição” contra o autarca e instaurar um “clima de ódio”. Cancela Moura tinha acabado de colocar uma questão sobre o aluimento de uma rua no município.

Mas o desabafo de Eduardo Vítor Rodrigues não ficou por aí. Na mesma reunião, o presidente afirmou acreditar que as queixas do executivo contra si são infundadas, cobardes e mal-intencionadas.

Dirigindo-se diretamente a Cancela Moura, chamou-o ainda de “sonso” e “mentiroso”, disse ser insuportável olhar para o vereador e acusou-o de não desempenhar um trabalho que o faça merecer o seu ordenado.

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Outra queixa contra Eduardo Vítor Rodrigues vem da parte de Joaquim Ferreira da Silva, o candidato independente da lista do PSD à Assembleia de Oliveira do Douro.

O presidente da Câmara acusou Ferreira da Silva de tirar fotografias à sua esposa e à sua casa, e ameaçou de que se lhe tivesse tirado fotografias a si, fá-lo-ia engolir a máquina fotográfica.

Assim como estes dois exemplos, outras instâncias de proclamação de insultos e palavras rudes por parte de Eduardo Vítor Rodrigues estão a ser levadas a tribunal a um ritmo sucessivo.

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